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    <title>Blog do Planeta</title>
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    <description>blog do planeta</description>
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      <title>O Blog do Planeta mudou Caros amigos, migramos para um novo endereço. O Blog do Planeta agora está e...</title>
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      <pubDate>Thu, 7 Aug 2008 18:41:11 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;O Blog do Planeta mudou&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;aguia8f.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Caros amigos, migramos para um novo endereço. O Blog do Planeta agora está em &lt;a href=&quot;http://www.blogdoplaneta.com&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;www.blogdoplaneta.com&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
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      <title>O ar puro chinês A charge acima, publicada na revista Newsweek, transmite bem a expectativa geral em...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 7 Aug 2008 11:51:16 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;O ar puro chinês&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;cartoon.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A charge acima, publicada na revista Newsweek, transmite bem a expectativa geral em relação à qualidade do ar na China.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A tradução é:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quadro 1: “Assim que o dia chegar aqui na China, poderemos saber quão grave é a poluição”&lt;br/&gt;Quadro 2: ...&lt;br/&gt;Quadro 3: “Acabei de ser informado que isto é a luz do dia.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
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      <title>A China puxa a poluição global  A China é a principal responsável pelo aumento recente nas emissões ...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 7 Aug 2008 11:19:16 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;A China puxa a poluição global &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;chinariver2.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;A China é a principal responsável pelo aumento recente nas emissões de gás carbônicos, que provoca as mudanças climáticas. É o que revela um levantamento feito pelo Instituto Worldwatch, dos Estados Unidos. Entre 2000 e 2007, as emissões derivadas da queima de combustíveis fósseis no mundo cresceram 22%, para cerca de 8,2 bilhões de toneladas, segundo o novo relatório Vital Signs, do Worldwatch. A China respondeu por 57% do crescimento nos poluentes nesse período. Em comparação, a Índia contribuiu com 8%, os EUA com 4% e a Europa com 3%.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apesar do crescimento da participação Chinesa na sujeira atmosférica, os EUA, segundo o Worldwatch, ainda são os maiores emissores de gás carbônico. Em termos de emissão per capita, cada americano poluem quatro vezes mais do que um chinês. No entanto, o desenvolvimento industrial acelerado da China, baseado em termelétricas a carvão mineral – um dos combustíveis mais sujos que existe – puxou a poluição. O carvão alimenta 70% da energia comercial na China, 56% na Índia e 40% nos EUA.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O incrível é o UNEP, o programa de meio ambiente da ONU, &lt;a href=&quot;http://blogdoplaneta.globolog.com.br/#642910&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;ter eleito a China como exemplo&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PS. Os brasileiros podem se orgulhar porque a eletricidade de nossa indústria e nossas cidades vêm principalmente de fontes limpas, especialmente as hidrelétricas. Mas também temos nossa economia movida a carvão. A maior parte do nosso aço é produzido em guzeiras que queimam carvão vegetal. Além de poluir a atmosfera, ele é derivado da destruição (na maioria das vezes ilegal) de florestas e cerrado. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
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      <title>O desafio da moto ecológicaElas já estão sendo pilotadas por motoboys e usadas para a entrega de mal...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 7 Aug 2008 00:00:00 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;O desafio da moto ecológica&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;Moto.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;Elas já estão sendo pilotadas por motoboys e usadas para a entrega de malotes. Mesmo sem avançar além da velocidade de 50 Km/h, as motos elétricas estão conseguindo bons resultados em um estudo liderado pela Unicamp, financiada pela Eletropaulo. O principal deles é a economia com combustível. O usuário que anda 15 quilômetros por dia gasta apenas R$ 4 no fim do mês. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na China existem cerca de 45 milhões de bicicletas, motos e triciclos movidos a energia elétrica. “É uma necessidade para o futuro e estou certo que será uma imposição”, diz José Siqueira Dias, professor do departamento de Eletrônica e Microeletrônica da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp. Dias lidera o projeto de pesquisa. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As motos de 125 cilindradas são vilãs do aquecimento global. Elas poluem cerca de 30 vezes mais que veículos leves a gasolina, já que não possuem catalisador. Na prática, chegam a poluir até 120 vezes mais se considerarmos que rodam, em média, quatro vezes mais do que os veículos leves. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As motos elétricas precisam vencer alguns desafios. Um deles é a autonomia, o tempo de abastecimento na tomada, a durabilidade do motor e o preço. A que já roda pelas ruas de São Paulo tem autonomia para 50 Km sem recarga. Mas precisa ficar na tomada por 7 horas. Quem mora em apartamento, por exemplo, não tem como transportá-la até a tomada da sala.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Luciana Vicária&lt;/b&gt;)&lt;br/&gt;</description>
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      <title>A China é exemplo para quem?O diretor do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP), Achim S...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Wed, 6 Aug 2008 16:17:35 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;A China é exemplo para quem?&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;pe.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;O diretor do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP), Achim Steiner, assistirá na sexta-feira à abertura das Olimpíadas de Pequim. Mas nem esperou o início das comemorações para dar uma declaração um tanto quanto polêmica. Em um comunicado à imprensa, Steiner afirmou: “Os Jogos Olímpicos de 2008 deixarão um legado duradouro para o mundo. Os esforços de Pequim podem rapidamente se tornar um modelo de sustentabilidade para outras cidades de países em desenvolvimento.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Primeiro, é sempre difícil enxergar um bom exemplo para o mundo na maior ditadura do planeta. Também é complicado eleger como modelo um país cujos dados oficiais (inclusive os ambientais) têm credibilidade duvidosa. Além disso, de quais esforços será que a Steiner está falando? Das medidas temporárias - e somente paliativas - que o governo lançou mão dias antes das Olimpíadas?  Desde o dia 20 de julho e apenas até o fim dos jogos Paraolímpicos, em setembro, metade dos 3,3 milhões de carros de Pequim poderão circular diariamente. Cerca de 20 fábricas, entre as mais poluentes, foram obrigadas a diminuir em 30% suas emissões. E obras de construção foram suspensas para evitar que o pó se espalhasse pelo ar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Seria um legado duradouro se as empresas tivessem adotado tecnologias para diminuir a poluição. Permanentemente. A China é o maior emissor de dióxido de enxofre do mundo porque as chaminés de suas fábricas - movidas à carvão - não usam tecnologias adotadas há décadas nos Estados Unidos e na Europa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como já era esperado, os relatos de atletas e jornalistas que já estão em Pequim mostram que as medidas não surtiram muito efeito. Uma névoa continua encobrindo o horizonte. Ontem, quatro ciclistas da delegação americana causaram polêmica ao desembarcar do avião usando máscaras anti-poluição. Foram criticados por ofender os anfitriões.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pelas notícias mandadas pelo enviado de ÉPOCA à China, &lt;a href=&quot;http://colunas.epoca.globo.com/jinpai/&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000FF&quot;&gt;André Fontenelle&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;, parece que o governo chinês tem, digamos, minimizado o índice de poluição. A medição divulgada pela BBC, a rede britânica de notícias, sempre parece mais alta do que a divulgada pelo governo chinês. E está sempre acima dos 50 pontos estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde como aceitável. Ainda bem que o governo chinês decidiu liberar o acesso livre dos jornalistas à internet - o que não acontecia nos primeiros dias. Senão, o André ia ter de adivinhar o índice de poluição pelo olhômetro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A foto é do Ricardo Corrêa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur e Marcela Buscato&lt;/b&gt;)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Faça sua nota fiscal dar frutos Todo paulistano já se acostumou com a pergunta “nota fiscal paulista...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Wed, 6 Aug 2008 00:00:00 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Faça sua nota fiscal dar frutos&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt; &lt;img src=&apos;Plantando.JPG&apos; align=&quot;left&quot;&gt;Todo paulistano já se acostumou com a pergunta “nota fiscal paulista?”, na hora de pagar as compras ou a conta do restaurante. Ao informar seu CPF ou CPNJ, o consumidor recebe parte do valor do ICMS recolhido pelo estabelecimento. O que poucos sabem é que essa lei também pode ajudar a preservação do meio ambiente brasileiro. Como?&lt;br/&gt;O &lt;a href=&quot;http://www.ipe.org.br/index_home.asp&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;IPÊ &lt;/a&gt; (Instituto de Pesquisas Ecológicas) acabou de lançar uma campanha para que os consumidores informem aos estabelecimentos o CNPJ do instituto, para ser colocado na Nota Fiscal Paulista. Assim, a parte do ICMS que será devolvida vai direto para o fundo de sustentação da ONG, que faz projetos de conservação de biomas e espécies do Brasil. &lt;br/&gt;Não há problemas em declarar um documento que não seja o seu. A própria lei permite que você escolha para quem quer destinar o dinheiro que vai voltar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O instituto ressalta que essa é uma alternativa “bastante interessante para quem quer fazer algo para contribuir com a conservação da natureza, mas não sabe de que maneira se engajar”. E dá o número do seu CNPJ: 66831223/0001-09. A atitude não requer grande esforço, mas faz uma grande diferença para a biodiversidade do país.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;(Thaís Ferreira)&lt;/b&gt;</description>
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      <title>Posso comer a casca do figo? Um leitor deste blog me perguntou sobre aquele pó esbranquiçado que enc...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Wed, 6 Aug 2008 00:00:00 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Posso comer a casca do figo?&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;figoVale25.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;Um leitor deste blog me perguntou sobre aquele pó esbranquiçado que encontramos na casca da maioria dos figos dos supermercados e feiras. Será que é agrotóxico? É seguro?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem tirou nossas dúvidas foi o engenheiro agrônomo Gabriel Bittencourt, da Ceagesp. Segundo ele, o pó é uma mistura de cal com sulfato de cobre. É chamado de calda bordalesa. A mistura é aplicada pelos agricultores para controlar as pragas. Além dos figos, outras frutas como uvas e pêssegos também recebem a mistura.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;“É um fungicida tradicional”, diz Bittencourt. “É indicado inclusive para quem faz um manejo orgânico na agricultura”. O agrônomo explica que a mistura não deixa resíduos tóxicos para o consumidor. O pó branco é apenas cal na casca da fruta. “A gente recomenda que a pessoa lave a fruta em água corrente para tirar o excesso de cobre na casca. Mas é apenas uma precaução. O que chega do fungicida na fruta não é perigoso para o consumidor”, diz.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
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      <title>Vendem-se soluções para as mudanças climáticas Os consumidores brasileiros estão preocupados com as ...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Tue, 5 Aug 2008 17:38:42 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Vendem-se soluções para as mudanças climáticas&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;supermercadoao.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os consumidores brasileiros estão preocupados com as mudanças climáticas. E confiam nas grandes empresas para oferecer soluções para a crise ambiental. É o que conta Rodrigo Vieira da Cunha, da área de Desenvolvimento Sustentável do Banco Real &lt;a href=&quot;http://www.bancoreal.com.br/sustentabilidade/&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;em seu blog&lt;/a&gt;. Ele recebeu uma equipe da Havas Digital com uma pesquisa feita com 11 mil pessoas em 9 diferentes países. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Rodrigo conta que, sobre a percepção dos brasileiros (cerca de 800 entrevistados), alguns pontos chamaram a atenção:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Os brasileiros estão mais preocupados com o problema das mudanças climáticas do que qualquer outro país que participou da pesquisa;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- 97% dos brasileiros concordam com o fato de que as mudanças climáticas afetarão a eles e às suas famílias e 95% acreditam que podem contribuir na resolução do problema, o que torna o Brasil o país mais disposto a mudar;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Os brasileiros depositam a responsabilidade das mudanças climáticas, assim como demandam a solução das mesmas, por parte dos países desenvolvidos e grandes corporações.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
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      <title>Tata Nano contra as tartarugas indianas A montadora indiana Tata anunciou recentemente que está dese...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Tue, 5 Aug 2008 13:55:59 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;Tata Nano contra as tartarugas indianas&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/Dsymlnr3Ffw&amp;hl=en&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/Dsymlnr3Ffw&amp;hl=en&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;tataw.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;A montadora indiana Tata anunciou recentemente que está desenvolvendo um modelo verde de seu carro Tata Nano, o mais barato do mundo. Mas o verde pode ser só a tinta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Segundo divulgamos &lt;a href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/#641585&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;em post recente&lt;/a&gt;, a Tata está projetando versões elétricas do Tata Nano. Isso seria bom para reduzir as emissões poluentes de um carro barato que inunda o mercado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Poréma, grupos de ambientalistas denunciam que a Tata está construindo um porto na Índia que pode acabar com uma área de reprodução de tartarugas numa praia chamada Orissa. Seria algo como uma siderúrgica brasileira instalasse um porto na Praia do Forte, na Bahia. O Greenpeace da Índia tem feito uma grande campanha online - virou até estudo de caso para outros escritórios da ONG, devido ao sucesso - para impedir que a Tata instale o porto na região.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/NWKlz0M7UxM&amp;hl=en&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/NWKlz0M7UxM&amp;hl=en&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description>
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      <title>Na mira da onça   Os animais que a pesquisadora Patrícia Médici, do Instituto Ipê, procurava eram an...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Tue, 5 Aug 2008 00:00:00 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Na mira da onça &lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt; &lt;/font&gt; &lt;img src=&apos;Ona.JPG&apos; align=&quot;left&quot;&gt;Os animais que a pesquisadora Patrícia Médici, do Instituto Ipê, procurava eram antas. Mas em uma de suas caçadas, em junho, um animal um pouco mais feroz apareceu e tirou seu fôlego. Aqui, ela conta a emoção de ficar cara-a-cara com uma onça, no Pantanal.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;“No mês passado eu estava numa captura de antas, no Pantanal, juntamente com o veterinário Joares May Jr, quando uma onça imensa passou em frente aos arbustos onde estávamos escondidos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;“Ficamos sentados, procurando não fazer nenhum barulho. Estávamos munidos apenas de nossa espingarda de dardos tranqüilizantes. A onça veio chegando cada vez mais perto, vinha andando pelo campo à nossa frente e nós apreciávamos o momento, absolutamente fascinados por esse magnífico animal, quando de repente ela virou e veio em nossa direção.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;“Provavelmente farejou um grupo de queixadas que havia estado ali na noite anterior. Então a onça ficou perto demais, 10 a 12 metros, e continuou vindo em nossa direção. Tínhamos que fazer alguma coisa, então decidimos ficar em pé para o animal nos ver. Meu coração batia tão rápido que parecia estar saindo pela boca!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;“Quando a onça nos viu, ela parou, levantou a cabeça, olhou para nós por um momento (parecendo confusa e surpresa) e fugiu... Só então tiramos duas fotos muito ruins para provar que realmente vimos a onça! Ficamos sem sequer conseguir falar. Este certamente foi um dos momentos mais mágicos de toda minha carreira como conservacionista!”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;(Thaís Ferreira)&lt;/b&gt;</description>
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      <title>A última do carro a hidrogênioAlguém teve a iniciativa de postar no YouTube um vídeo com notícias de...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Mon, 4 Aug 2008 15:17:10 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;A última do carro a hidrogênio&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/TjfONpsFvyM&amp;hl=en&amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/TjfONpsFvyM&amp;hl=en&amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alguém teve a iniciativa de postar no YouTube um vídeo com notícias de um carro a hidrogênio de 1978. A história é apresentada pelo ator Jack Nicholson. O sonho de rodar com o hidrogênio no tanque é quase tão velha quanto o automobilismo. E até hoje tem poucas chances de virar um negócio economicamente viável. O problema continua ser como produzir o hidrogênio sem gastar muita energia elétrica (que, no caso americano, acabaria saindo de termelétricas a carvão ou algum outro combustível fóssil).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)&lt;br/&gt;</description>
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      <title>O mundo vai ficar verde O novo livro de Thomas Friedman avisa que os Estados Unidos precisam transfo...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Sun, 3 Aug 2008 00:00:00 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;O mundo vai ficar verde&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;ThomasFriedman.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;O novo livro de Thomas Friedman avisa que os Estados Unidos precisam transformar o verde em cor nacional. É o que conta o jornalista Rodrigo Vieira da Cunha da área de Desenvolvimento Sustentável do Banco Real. Ele coordena o &lt;a href=&quot;http://www.bancoreal.com.br/sustentabilidade/&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;blog de sustentabilidade&lt;/a&gt; lá. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt; “Friedman é autor de &quot;O Mundo é Plano&quot;, livro que se propôs a mostrar as mudanças pelas quais o mundo passou recentemente com base na globalização. Agora, ele vira a lente para as mudanças climáticas e para a necessidade de geração de energia alternativa, com foco na política americana e nas eleições que vêm por aí. Friedman argumenta que o que ele batizou de geo-greenism (algo como &apos;geoverdismo&apos;) vai salvar o planeta do superaquecimento e ainda fará os Estados Unidos mais saudáveis, ricos, mais inovador, mais produtivo e mais seguro na Era da Energia Climática. Para Friedman, verde é o novo azul, vermelho e branco, em referência à bandeira americana.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
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      <title>Ainda há esperança para o mar de Aral   Essa semana uma boa notícia veio da Ásia Central. O mar de A...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Sat, 2 Aug 2008 00:00:00 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Ainda há esperança para o mar de Aral &lt;/b&gt; &lt;/font&gt; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;AralSea460.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;Essa semana uma boa notícia veio da Ásia Central. O mar de Aral, o ex-maior lago do mundo, pode ser salvo da iminente destruição. O mar teve a sua sentença de morte anunciada para os próximos dez anos. Em 1960, o Aral cobria 68 km2. Trinta anos depois ele já havia perdido 60% de sua área e estava dividido em dois lagos menores. O litoral da região recuou 80 quilômetros. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A situação do Aral foi considerada um dos maiores desastres ambientais do mundo. O excesso de exploração humana foi a principal causa do desastre. A região foi ocupada por plantações de algodão, necessários para a fabricação dos uniformes do exército da antiga União Soviética. Para vestir o exército foram feitos gigantescos projetos de irrigação nos rios que alimentavam o Aral. O desmatamento na região também atingiu níveis críticos. Além da perda de volume, houve um aumento na quantidade de sal nas águas do Aral. Isso resultou no desaparecimento de 90% das espécies de peixes região. Tudo isso para fazer do Uzbequistão o maior produtor de algodão do mundo. Foram cultivados sete milhões de hectares do “ouro branco”. Por causa da destruição do Aral, um milhão de pessoas ficou sem sua principal fonte de proteína, a pesca.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O trabalho de recuperação do Aral começou em 2001 com um financiamento do Banco Mundial ao governo do Cazaquistão. “A recuperação da porção norte do mar de Aral mostra que pelo menos uma parte das catástrofes provocadas pelo homem, podem ser revertidas, e que a produção de alimentos depende da boa gestão dos escassos recursos hídricos e do meio ambiente&quot;, disse o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick em uma declaração divulgada pelo governo do Cazaquistão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apesar da boa notícia, estudos já comprovaram que boa parte dos ecossistemas da região nunca mais vão se recuperar. A matéria completa sobre o mar de Aral foi publicada no jornal inglês The Guardian.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Juliana Arini&lt;/b&gt;)</description>
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    <item>
      <title>O carro elétrico mais barato O carro mais barato do mundo, o Tata Nano indiano, também quer ser o el...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Sat, 2 Aug 2008 00:00:00 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;O carro elétrico mais barato&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;tataw.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O carro mais barato do mundo, o Tata Nano indiano, também quer ser o elétrico mais barato. O Tata custa cerca de US$ 2.500. Na semana passada, o presidente da empresa, Ratan Tata, disse que está pesquisando tecnologia para tornar o carro mais eficiente em consumo de combustível. E que, inclusive, estuda como fabricar um modelo elétrico.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Tata elétrico por enquanto está sendo pesquisado em parceria com uma empresa francesa. A Tata também anunciou que está em negociações com a Chrysler para desenvolver tecnologia de carro elétrico. Em um carro pequeno como o Tata, as baterias não poderão ser grandes o bastante para garantir uma autonomia muito ambiciosa. Mas a chegada de um elétrico barato no mercado pode ser interessante para quem roda muito dentro das cidades, perto de pontos para recarregar as baterias.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
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      <title>Erotismo ecológicoDica da Fernanda Colavitti, do blog Sexpedia, da revista Galileu. “O Greenpeace fe...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Fri, 1 Aug 2008 17:56:51 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Erotismo ecológico&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/3AEZbWtELQI&amp;hl=en&amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/3AEZbWtELQI&amp;hl=en&amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dica da &lt;a href=&quot;http://sexpedia.globolog.com.br/&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;Fernanda Colavitti, do blog Sexpedia&lt;/a&gt;, da revista Galileu. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;“O Greenpeace fez um vídeo erótico que mostra árvores, galhos e folhas se acariciando, para chamar a atenção sobre o adiamento por parte da Comissão Européia de uma votação importante sobre proteção às florestas. O vídeo também convida as pessoas a mandarem fotos e vídeos em que elas e os amigos estejam ‘espalhando amor na floresta’ para o &lt;a href=&quot;http://www.greenpeace.org/international/campaigns/forests/eu-ban-illegal-timber/forest-love&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;site da campanha&lt;/a&gt;”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
    </item>
    <item>
      <title>De ondem vieram os tapumes  A Caixa Econômica Federal vai exigir que a madeira usada pelas construto...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Fri, 1 Aug 2008 17:53:26 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;De ondem vieram os tapumes &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;tapumeorelhao9.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A Caixa Econômica Federal vai exigir que a madeira usada pelas construtoras tenha o Documento de Origem Florestal (DOF), que é fornecido pelo Ibama. O órgão vai assinar um acordo de cooperação com a Caixa para isso em agosto. A partir de então, a construtora que empregar madeira ilegal vai entrar para uma lista negra e ficará proibida de participar de concorrências para obras financiadas pela Caixa. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Antônio Carlos Hummel, diretor de Uso da Biodiversidade e Florestas do Ibama, diz que o órgão vai investir para melhorar a fiscalização do DOF. “O Ibama está aperfeiçoando o DOF para rastrear com segurança toda a cadeia de custódia da madeira. O cidadão deve receber garantia de que está comprando madeira de fonte sustentável e legal”, diz. Embora a fiscalização do Ibama ainda não impeça que algumas madeireiras falsifiquem o DOF, a vigilância assumida pela Caixa é um passo importante para cortar as verbas que financiam a destruição.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
    </item>
    <item>
      <title>Cobaias humanas no Acre Seis ex-agentes de saúde denunciaram nesta semana que foram usados como coba...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 22 May 2008 17:29:36 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Cobaias humanas no Acre&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;mosquitoni.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;Seis ex-agentes de saúde denunciaram nesta semana que foram usados como cobaias humanas para os testes de uma vacina contra a malária. Eles foram contratados pelo governo do Acre. A princípio, seus cargos eram de agentes de saúde, com a função de auxiliar a população no combate à doença. Mas, segundo denúncias, o trabalho desses funcionários era outro. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eles tinham de ficar na floresta várias horas por dia com o corpo exposto - alguns nus - em locais já reconhecidos como de grande incidência de malária. Recebiam, em média, mais de 300 picadas por dia. No final, o sangue era coletado e levado por outros agentes de saúde. Essa prática é usada para identificar qual tipo de mosquito existe na região. Quando começaram a ficar muito doentes, os agentes denunciaram o caso à Justiça. Depois disso, todos foram demitidos pelo governo do Acre. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um defensor público já levou o caso para o Ministério Público Estadual. Os ex-agentes de saúde afirmam que se submeteram aos testes porque precisavam do dinheiro. Alguns já pegaram 12 malárias e não conseguem mais trabalhar por estarem muito debilitados pela doença.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esse tipo de prática é irregular no Brasil desde 2005, quando casos semelhantes de pesquisas irregulares aconteceram no Amapá. A denúncia foi investigada pela Comissão de Direitos Humanos do Congresso Nacional, chefiada pelo senador Cristovam Buarque.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O uso irregular de cobaias humanas em pesquisas de uma vacina contra a malária acontece em outros lugares do mundo, como na China. Esses estudos fazem parte de uma corrida mundial pela descoberta da vacina contra a malária, que mata mais de 3 milhões de pessoas no mundo todos os anos. É uma das piores endemias mundiais. Ganha até dos números da aids. Existem hoje 550 milhões de pessoas infectadas com a malária.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O caso tem um lado cruelmente irônico. Hoje, são cada vez mais ruidosos os grupos de defensores dos diretos dos animais que tentam reduzir o uso de macacos, coelhos e cachorros em pesquisas científicas. Por causa das pressões desses militantes, os centros de estudos de saúde estão sendo obrigados a buscar alternativas para as cobaias animais. Porém, pelo que se vê dessas denúncias no Acre, talvez seja preciso pensar mais ainda em alternativas para as cobaias humanas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Juliana Arini&lt;/b&gt;)</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ela foi salvaUma suçuarana de apenas 20 dias foi encontrada faminta próxima a uma rodovia em São Car...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 22 May 2008 14:55:57 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Ela foi salva&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img src=&apos;sussuarana.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma suçuarana de apenas 20 dias foi encontrada faminta próxima a uma rodovia em São Carlos, no interior paulista. Acredita-se que o felino tenha sido abandonado pela mãe. A fêmea – que tomou três mamadeiras de uma só vez - passa bem. Agora está sob os cuidados de um grupo de pesquisadores na cidade de Ribeirão Preto. Os biólogos investigam a causa do abandono. Em menos de um ano, este já é o terceiro filhote encontrado sem os pais. Um deles morreu atropelado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Luciana Vicária&lt;/b&gt;)&lt;br/&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Qual ministro desmatou mais A ex-ministra Marina Silva saiu com o crédito de ter reduzido os índices...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Wed, 21 May 2008 19:37:33 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Qual ministro desmatou mais&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;desmatamazonia1.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;A ex-ministra Marina Silva saiu com o crédito de ter reduzido os índices de desmatamento na Amazônia. Isso é citado à exaustão como evidência do sucesso da política ambiental do país. Há vários analistas que associam a queda no desmatamento à falta de interesse dos fazendeiros em aumentar a área plantada, por causa da baixa no preço dos produtos agrícolas nos últimos anos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas existem outras formas de se avaliar o desempenho de um ministro de meio ambiente. Algumas contas simples revelam qual foi a taxa média anual de desmatamento de cada gestão. Fizemos esse cálculo para os últimos dez ministros, desde 1990. Na lista dos que tiveram os maiores índices de desmatamento, Marina Silva ficou em terceiro lugar. Afinal, nos primeiros anos de seu mandato, a devastação esteve em altos patamares.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aí vai a lista, com a média anual de desmatamento em quilômetros quadrados:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1&lt;br/&gt;José Carlos Carvalho&lt;br/&gt;Gestão: março de 2002 a dezembro de 2002&lt;br/&gt;Desmatamento: 23.931&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;2&lt;br/&gt;Henrique B. Cavalcanti&lt;br/&gt;Gestão: abril de 1994 a dezembro de 1994&lt;br/&gt;Desmatamento: 21.977&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;3&lt;br/&gt;Marina Silva&lt;br/&gt;Gestão: janeiro de 2003 a maio de2008&lt;br/&gt;Desmatamento: 21.010&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;4&lt;br/&gt;José Sarney Filho&lt;br/&gt;Gestão: janeiro de 1999 a março de 2002&lt;br/&gt;Desmatamento: 18.884&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;5&lt;br/&gt;Gustavo Krause&lt;br/&gt;Gestão: janeiro de 1995 a dezembro de 1998&lt;br/&gt;Desmatamento: 17.732&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;6&lt;br/&gt;Rubens Ricupero&lt;br/&gt;Gestão: dezembro de 1993 a abril de 1994&lt;br/&gt;Desmatamento: 14.896&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;7&lt;br/&gt;Flávio M. Perri&lt;br/&gt;Gestão: julho de 1992 a setembro de 1992&lt;br/&gt; Desmatamento: 14.341&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;8&lt;br/&gt;José Goldemberg&lt;br/&gt;Gestão: março de1992  a julho de 1992&lt;br/&gt;Desmatamento: 13.789&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;9&lt;br/&gt;José Antônio Lutzemberger&lt;br/&gt;Gestão: de março de 1990 a março de1992&lt;br/&gt;Desmatamento: 12.470&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;10&lt;br/&gt;Fernando C. Jorge&lt;br/&gt;Gestão: outubro de 1992 a dezembro de 1993&lt;br/&gt; Desmatamento: 14.896&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)&lt;br/&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Onde nós compramos madeira ilegal da Amazônia O Ibama concluiu hoje a primeira fase de uma operação ...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Tue, 20 May 2008 18:34:27 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Onde nós compramos madeira ilegal da Amazônia&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;ibamaZ.JPG&apos; align=&quot;left&quot;&gt;O Ibama concluiu hoje a primeira fase de uma operação para verificar a legalidade da madeira usada pela indústria de móveis, no município de Embu, na Grande São Paulo. A oparação vai continuar pela capital e no interior do estado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Das 26 empresas visitadas, 22 foram interditadas por falta de licenciamento ambiental. Também foram apreendidos 173 metros cúbicos de diversas madeiras nativas (o equivalente a 8 carretas) e um caminhão que descarregava madeira sem origem legal numa das empresas fiscalizadas. No total foram lavradas 44 autuações, que somaram R$ 162 mil. Os autuados provavelmente vão recorrer e dificilmente pagarão o total das multas, como ocorre em geral com as penalizações ambientais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas a iniciativa é um marco. Uma operação dessas era necessária desde 1999, quando o instituto Imazon revelou que São Paulo é o maior consumidor mundial de madeira tropical e o maior comprador das árvores derrubadas ilegalmente na Amazônia. Desde então, algumas empresas de marca se preocuparam em usar madeira certificada, para evitar problemas e ganhar no marketing. Faltava uma ação para coibir o livre comércio de quem ignora a legislação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora, o próximo passo bem que poderia ser uma operação para fiscalizar a origem da madeira usada na construção civil. A maior parte da madeira extraída de forma predatória na Amazônia vira tapumes e reforço de estruturas para construção de casas e prédios em São Paulo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)&lt;br/&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Minc defende o plano de desmatamento zero O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, já começa a...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Mon, 19 May 2008 22:39:53 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Minc defende o plano de desmatamento zero&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;desmatamento.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, já começa a mostrar o rosto de sua administração. Ele apresentou a proposta elaborada por um grupo de nove ONGs para zerar o desmatamento da Amazônia em reunião hoje a noite com o presidente Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef. O projeto foi &lt;a href=&quot;http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG79473-6010-490,00.html&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;mostrado por Época&lt;/a&gt; no ano passado. Prevê medidas como regularização fundiária, eficiência na fiscalização e incentivo para atividades sustentáveis. Mais detalhes no &lt;a href=&quot;http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/minc-coloca-desmatamento-zero&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;site do Greenpeace&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Minc, que toma posse do cargo no próximo dia 27, terça-feira, também conseguiu apoio para a criação de uma Guarda Nacional Ambiental, composta por civis e militares, para proteger a Amazônia e aumento da dotação orçamentária do seu ministério. Uma vitória importante, por enquanto, foi a manutenção da resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que vetará a partir de julho liberação de crédito oficial para quem estiver envolvido com crimes ambientais. Leia &lt;a href=&quot;http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG81740-6009,00.html&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;matéria de Época&lt;/a&gt; que mostrou a resolução. Agora, a resolução vem sendo atacada pela bancada ruralista e governadores como Blairo Maggi, que pedem ao presidente Lula que interceda contra a medida. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em compensação, Minc negociou a descentralização das licenças ambientais para os Estados. Isso ainda é um ponto duvidoso. Não está claro se os Estados têm capacidade para avaliar com independência alguns projetos sujeitos a forte pressão política. Mas talvez seja cedo demais para criticar. Vamos dar um voto de confiança.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
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      <title>O aquecimento global é só vapor?O engenheiro nuclear Franklin Palheiros, leitor e colaborador deste ...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Mon, 19 May 2008 17:31:30 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/2GaFrUFCVQg&amp;hl=en&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/2GaFrUFCVQg&amp;hl=en&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;O aquecimento global é só vapor?&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O engenheiro nuclear Franklin Palheiros, leitor e colaborador deste blog, postou um comentário bem provocante. Cita o vídeo acima, que questiona a validade de controlarmos as emissões de carbono para reduzir o aquecimento da Terra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Diz Franklin: &lt;br/&gt;“O vapor de água compõe cerca de 95% de todos os gases com efeito de estufa e tem o impacto mais forte na temperatura do planeta. As partículas de água na forma de nuvens refletem o calor do sol, por exemplo. A concentração total de dióxido de carbono na atmosfera terrestre é de apenas 0,054% - uma porção minúscula. &lt;br/&gt;“Além disso, as atividades humanas contribuem para menos de 1% desse total de gás carbônico. Os vulcões produzem significativamente mais gás carbônico que o homem, enquanto que as plantas e os animais produzem 150 gigatoneladas de gás carbônico todos os anos. As folhas que apodrecem produzem ainda mais de gás carbônico e os oceanos emitem de longe a maior parte do gás carbônico. As atividades humanas produzem umas meras 6,5 gigatoneladas todos os anos. As emissões humanas, desse modo não podem causar o aquecimento global.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Valorizo muito o espírito cético que alimenta a investigação científica e a curiosidade. Por isso, postei aqui o comentário, com os vídeos sobre o tema. Mas será os principais pesquisadores do mundo, reunidos pela ONU no painel de mudanças climática (o IPCC), foram bem claros em dizer que a Terra está esquentando mais do que o natural e nosso período pós-glacial. E que isso é responsabilidade humana. E que há relação entre o aquecimento e nossas crescentes emissões de gás carbônico. E que a atmosfera hoje tem a maior concentração de gás carbônico dos últimos milhões de anos, descontando todos os vulcões e folhas podres por aí. Será que esses cientistas todos estavam errados?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/HTeh6vXAPy0&amp;hl=en&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/HTeh6vXAPy0&amp;hl=en&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>“Amigos, amigos. Meio ambiente à parte” Uma das mais influentes vozes críticas à política ambiental ...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Sat, 17 May 2008 00:00:00 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;“Amigos, amigos. Meio ambiente à parte”&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;Paulo6.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma das mais influentes vozes críticas à política ambiental do governo é a de Paulo Adário, diretor da campanha Amazônia da ONG Greenpeace. Ironicamente, Adário é amigo de Minc desde a juventude. Adário diz que tentou ligar para o celular de Minc e pedir que rejeitasse o ministério. Mas, quando falou com Minc, em Paris, o amigo já tinha aceitado. “Eu disse a ele parabéns e meus pêsames”, afirma Adário. Os dois desenvolveram juntos a militância ambiental no Rio, nas décadas de 80 e 90. Agora, talvez fiquem em campos opostos. “Amigos, amigos. Meio ambiente à parte”, diz Adário.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No ministério, Minc vai enfrentar três grandes desafios imediatos. O primeiro é preencher o vácuo deixado por Marina Silva. A ministra deixou o ministério maior do que entrou. As ONGs, os governos e a imprensa internacional reagiram mal a sua saída. “Minc terá que mostrar envergadura política e compensar sua falta de experiência e de articulações fora do Rio”, diz Maria Tereza Pádua, ex-presidente do Ibama.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para complicar, em seus 100 primeiros dias de gestão, Minc terá que aplacar o maior incêndio da década. O período de maio a junho, de seca na Amazônia, é o auge das queimadas e desmatamento. Agora, depois de três anos de folga no desmatamento por causa dos preços deprimidos de produtos agrícolas, os pecuaristas e sojicultures devem voltar a expandir sua área plantada. As primeiras análises de satélite indicam que teremos novos recordes de devastação ilegal nos índices que o Inpe divulga em outubro. A taxa de desmatamento é decisiva para avaliar o desempenho do ministro. Um dos maiores problemas globais hoje são as mudanças climáticas. O Brasil é o quarto pais mais responsável pelo aquecimento do planeta, justamente por causa do desmatamento. “Isso vai explodir no colo do Minc”, diz Adário.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
    </item>
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      <title>O príncipe Charles quer intermediar a Amazônia Passou quase despercebida a reunião organizada pelo p...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Fri, 16 May 2008 00:00:00 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;O príncipe Charles quer intermediar a Amazônia&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;charles.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;Passou quase despercebida a reunião organizada pelo príncipe Charles, herdeiro do trono britânico, que foi realizada em Londres nos dias 29 e 30 de abril, reunindo autoridades e parlamentares de estados da região amazônica com representantes de instituições financeiras e das indefectíveis ONGs. É o que conta Nilder Costa, do &lt;a href=&quot;http://www.alerta.inf.br/Geral/1314.html&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;Alerta em Rede&lt;/a&gt;. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O encontro, realizado na residência do Príncipe (Clearence House). Estiveram presentes os governadores Ana Júlia Carepa, do Pará; Waldez Góes, do Amapá; e José de Anchieta Júnior, de Roraima. O Acre e o Amazonas foram representados pelos senadores Tião Viana (PT) e Arthur Virgílio (PSDB), respectivamente. Dentre os outros participantes, destacavam-se executivos de grandes empresas como Rio Tinto, Shell, Deutsche Bank, Goldmann Sachs, Morgan Stanley e MacDonald&apos;s. Também estavam lá dirigentes do WWF, Greenpeace, Friends of the Earth (Amigos da Terra) e líderes indígenas como Almir Suruí, da COIAB.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&quot;Segundo deu a entender um dos organizadores do encontro, o empresário brasileiro Jorge Pinheiro Machado, o príncipe Charles quer se transformar numa espécie de interlocutor privilegiado entre as personalidades brasileiras envolvidas nas questões amazônicas e as lideranças britânicas interessadas na proteção da floresta amazônica&quot;, diz Nilder Costa. &quot;O objetivo seria promover uma espécie de valorização das florestas nativas via remuneração dos serviços ambientais que elas prestam à humanidade. A linha de ação do esquema prevê a melhoria da qualidade de vida dos povos da floresta – leia-se índios - para que se transformem em guardiões das florestas.&quot;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
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      <title>O desafio de Carlos Minc O principal desafio do novo ministro Carlos Minc é convencer o governo fede...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 15 May 2008 19:19:45 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;O desafio de Carlos Minc&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;0defeorestationm.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;O principal desafio do novo ministro Carlos Minc é convencer o governo federal e as forças econômicas em jogo que o meio ambiente não limita o desenvolvimento. Essa é a análise do sociólogo Sérgio Abranches. “Por causa das circunstâncias em que se deu a saída da ministra, há temor e descrédito com relação à real disposição do presidente Lula de contrariar os impulsos “desenvolvimentistas” do governo de modo a equilibrá-los com as condicionantes ambientais”, diz Abranches em &lt;a href=&quot;http://arruda.rits.org.br/oeco/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=6&amp;pageCode=83&amp;textCode=27481&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;sua coluna no Eco&lt;/a&gt;. “A visão nesses setores é que venceram e que o ministério de agora em diante estará subordinado a seus interesses.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Segundo Abranches, há uma dificuldade ideológica insolúvel no curto prazo. “Os grupos econômicos - e muitos ambientalistas - ainda vêem a questão ambiental como uma questão de limites”, diz. Segundo ele, é uma falsa questão. “A Amazônia está ameaçada por um assédio ilegal à floresta, não pela necessidade de expansão da fronteira agrícola. Temos terra para produzir, para criar rebanhos e para bioenergia, sem precisarmos avançar sobre a Amazônia ou o Cerrado.” Mas a terra disponível para a agropecuária se expandir sem desmatar tem preço e exige investimento. “O que os grupos de interesse que se opõem dentro e fora do governo à política ambiental não querem é condicionamentos.” Por outro lado, segundo Abranches, “a diferença entre limites e condicionantes permite flexibilidade à política ambiental, que muitos ambientalistas rejeitam”.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
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      <title>“Quem desmata, mata”No dia 20 de novembro de 1988, um mês antes de ser assassinado, o seringueiro Ch...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 15 May 2008 11:53:15 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/fz2kCnITks8&amp;hl=en&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/fz2kCnITks8&amp;hl=en&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;“Quem desmata, mata”&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No dia 20 de novembro de 1988, um mês antes de ser assassinado, o seringueiro Chico Mendes participou, no Rio de Janeiro, da manifestação &quot;Salve a Amazônia&quot;, organizada pelo Partido Verde. A passeata, em Ipanema, reuniu umas 40 pessoas. Puxando a manifestação, entre outros, estava Carlos Minc, novo ministro do Meio Ambiente. Fernando Gabeira, hoje deputado, também participou da passeata. “Naquele ano, Chico Mendes costumava usar uma camiseta do PV, que ganhou da atriz Lucélia Santos, com a palavra Legalize, em defesa do uso da maconha”, conta &lt;a href=&quot;http://altino.blogspot.com/&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;Altino Machado&lt;/a&gt;, que desenterrou o vídeo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Carlos Minc aparece usando um short de praia, batendo palma e puxando palavra-de-ordem em defesa da Amazônia: “Quem desmata, mata. Salve a Amazônia!” Qual será o discurso do novo ministro diante dos planos que o governo alimenta para liberar grandes obras na região? O que ele fará para conter a escalada do ritmo de desmatamento, que deve voltar a bater recordes?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
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      <title>Carlos Minc e a agilidade para carimbar licenças ambientais A rapidez para desembaraçar o processo d...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 15 May 2008 09:19:36 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Carlos Minc e a agilidade para carimbar licenças ambientais&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;minc.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;A rapidez para desembaraçar o processo de aprovação ambiental de grandes e polêmicos projetos é uma das marcas de gestão do novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Militante histórico da esquerda, o professor de geografia foi até aqui secretário de Meio Ambiente do governo Sérgio Cabral, no Rio de Janeiro. &quot;Durante sua passagem de pouco mais de um ano pelo cargo, ele enfrentou fortes incêndios nas florestas do estado, o que levou sua gestão a criar uma guarda florestal bem equipada&quot;, contam Aldem Bourscheit e Felipe Lobo, da agência de notícias verde &lt;a href=&quot;http://arruda.rits.org.br/oeco/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=6&amp;pageCode=67&amp;textCode=27480&amp;date=currentDate&amp;contentType=html&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;O Eco&lt;/a&gt;. &quot;Outra realização de Minc, bem ao contrário do que fez sua antecessora Marina Silva no ministério, foi a unificação dos órgãos ambientais cariocas, que deu origem ao Inea (Instituto Estadual do Ambiente)&quot;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Muitos acreditam que o novo órgão foi feito sob medida para atender aos desejos de empreendedores do Rio de acelerarem a emissão de licenças ambientais. Vale lembrar que Minc vinha recebendo elogios constantes de Lula durante o lançamento de obras do PAC no Rio de Janeiro, por sua agilidade no licenciamento de uma série de empreendimentos. A experiência de Minc no Rio de Janeiro revela um ágil carimbador de licenças, muito elogiado por parcelas do movimento ambiental. Inclusive em seu partido, o PT. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O valor dessas habilidades de Minc será testado agora diante dos grandes interesses em jogo no Programa de Aceleração de Crescimento, que prevê obras de impacto decisivo na Amazônia. São projetos como hidrelétricas, rodovias e linhas de transmissão elétrica. Feitos com cuidado e diálogo, podem estimular atividades sustentáveis e aumentar a presença das forças do Estado, hoje ausentes em grande parte da Amazônia. Mal conduzidos, têm potencial para repetir em larga escala os desastres como a Transamazônica e a hidrelétrica de Balbina. Acelerarão o desmatamento, destruirão uma floresta que poderia produzir madeira para sempre, estimularão o roubo de terra pública e a multiplicação de pobreza e violência na região. Esse é o cenário - ou campo de batalha - que espera o ministro Minc. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(Alexandre Mansur)</description>
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      <title>Chega de entraves ambientais Parece que o Planalto busca alguém mais maleável para o lugar da minist...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Wed, 14 May 2008 11:06:42 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Chega de entraves ambientais&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;jorge.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;Parece que o Planalto busca alguém mais maleável para o lugar da ministra Marina Silva. Os nomes que estão em jogo indicam uma tendência para escolher alguém que não vai criar muito obstáculo para obras do PAC e outras empreitadas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Basta ver o currículo recente do secretário de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, o primeiro convidado por Lula para o ministério. Assim que assumiu no Rio, ele liberou 111 outorgas de uso de água para projetos, como uma fábrica de garrafas da Ambev ou a instalação de pequenas cimenteiras. Foram mais aprovações em 17 dias do que nos últimos dez anos. Minc também aprovou o licenciamento ambiental, em 12 dias, para o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, a Petrobras. Embora ninguém ainda explique de onde vai sair a água que abastecerá o maior complexo de refino do país. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Minc aparentemente recusou o convite. Agora, o nome mais cotado é o do ex-governador do Acre, Jorge Viana. Pode ser que ele confirme ou não. Mas a lista de indicados do Planalto já significa muito. Será que os cuidados ambientais são apenas entraves ao crescimento? Ou vamos repetir os velhos erros da ocupação com mão de ferro na Amazônia da década de 70?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Por que Marina Silva deixou o ministério do Meio Ambiente A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva,...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Tue, 13 May 2008 17:10:30 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Por que Marina Silva deixou o ministério do Meio Ambiente&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;marina00.jpg&apos; align=&quot;left&quot;&gt;A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, entregou nesta terça-feira (13) o seu pedido de demissão. Funcionários do Ministério do Meio Ambiente ainda não sabem as razões da saída de Marina. O foco do desentendimento parece ser a presença do ministro extraordinário para Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, como coordenador do Conselho Gestor do Plano Amazônia Sustentável (PAS). Unger ficou famoso por ter proposto uma transposição de rios da Amazônia para o Nordeste. No PAS, Unger teria poder de propor medidas para a Amazônia, independentemente das opiniões do ministério do Meio Ambiente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Diante da entrada de Unger, Marina teria desistido de tentar implementar um programa para a Amazônia. “Ela já fez muito pela floresta”, afirmou um funcionário do gabinete da ministra que preferiu não se identificar. “Conseguiu controlar o desmatamento por três anos e implantou um bom programa de terras protegidas. Mas o governo parece querer seguir outra direção para a Amazônia.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A demissão de Marina foi uma surpresa até para quem pedia a sua saída. Um movimento de organizações não governamentais já havia lançado, há dois anos, a campanha: “Sai daí, Marina”, solicitando que ela entregasse a pasta. As razões do pedido eram o Programa de Aceleramento do Crescimento  (PAC), que prevê a construção de grandes obras na Amazônia, algumas com grandes impactos ambientais, como a usina hidrelétrica do Rio Madeira, em Rondônia. O PAC era motivo de conflitos constantes entre o Ministério do Meio ambiente e a Casa Civil.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Havia uma rivalidade formalizada entre Marina e a ministra Dilma Roussef. Quando foi divulgado o retorno do crescimento do desmatamento na Amazônia, em dezembro de 2007, Marina também se desentendeu com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. Ela acusou o setor agrícola de ser responsável pela volta das derrubadas na Amazônia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No início do ano, Marina Silva foi homenageada pelo jornal inglês &lt;em&gt;The Guardian&lt;/em&gt; como uma das 50 personalidades que podem salvar o mundo. Agora, longe do ministério, seus poderes podem ter acabado.  Nos próximos meses, o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) deve divulgar os números exatos do desmatamento anual da Amazônia. Tudo leva a crer que teremos novas surpresas negativas sobre as derrubadas na região. Até lá, o presidente Lula vai ter de resolver um segundo problema: escolher quem fica no lugar de Marina. A pergunta é simples: Lula vai tentar manter o secretário-executivo, João Paulo Capobianco, na pasta ou vai mudar a equipe do ministério por completo?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;(Juliana Arini)&lt;/br&gt; &lt;br/&gt;</description>
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      <title>Salvem os dinossauros Ainda dá tempo de salvar os grandes répteis da extinção. Pelo menos no seu com...</title>
      <link>http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Tue, 13 May 2008 12:24:03 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Salvem os dinossauros&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src=&apos;dino.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ainda dá tempo de salvar os grandes répteis da extinção. Pelo menos no seu computador. O americano Richard Grillotti inventou um jogo online, o &lt;a href=&quot;http://www.pixeljam.com/dinorun/&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;Dino Run&lt;/a&gt;. O objetivo é evitar que os dinossauros desapareçam da face da Terra. Bem educativo. Os dinossauros sobreviveram por centenas de milhões de anos. Resistiram a mudanças climáticas, eras glaciais, pragas e até separação dos continentes. Têm muito a ensinar a nós humanos, que estamos por aqui há apenas 200 mil aninhos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(&lt;b&gt;Alexandre Mansur&lt;/b&gt;)</description>
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